7 de abril de 2015

E tem outra coisa… - Eoin Colfer

[Teoricamente] É o sexto livro da trilogia de cinco [sei que é confuso] do Guia do Mochileiro das Galáxias. Sei que vocês estão confusos sobre o “sexto livro da trilogia de cinco”, mas é que Douglas Adam, o autor original, morreu prematuramente deixando muitos fãs com “gostinho de quero mais”. Então, movido pela improbabilidade tão presente nesse universo, Eoin Colfer assume as rédeas, quer dizer, o controle [já que estamos falando de espaçonaves e não de cavalos] e resgata os nossos “heróis” para uma nova aventura.
Então, pegue sua toalha e NÃO ENTRE EM PÂNICO!

Depois de ficarem presos no último planeta Terra da Zona Plural, Arthur, Ford, Trillian e Random entram em indução psicológica pelo Guia II, onde vivem no mundo de seus sonhos. Mas a bateria do “bendito” começa a ficar fraca e eles são trazidos de volta à realidade, na Terra, prestes a ser destruída.
Mas quem aparece nos últimos momentos de drama e autopiedade? Zaphod Beeblerox na Coração de Ouro para salvar todos. Mas, como nada nessa vida é fácil, a nave tem um pequeno problema e fica presa nos raios da morte. Daí surge o imortal Wowbagger para cumprir mais uma parte da sua missão de insultar todos os seres do universo, e acaba salvando-os.
Eles seguem para Nano, um planeta encomendado por alguns humanos para fugirem antes da destruição iminente da Terra. No caminho, Zaphod aceita o desafio de convencer Thor [aí nosso deus nórdico preferido de novo] a matar Wowbagger, ao chegarem ao planeta, onde aconteceria o épico confronto entre Thor e Wowbagger, [aconteceria, pois Wowbagger não está mais tão convencido assim de que quer morrer].
O que ninguém esperava era o surgimento dos vogons para exterminar qualquer traço dos terráqueos do Universo. Thor enfrenta os vogons e [quase] tudo se resolve de uma maneira completamente inesperada.
MINHA OPINIÃO:
Gostei da ideia de haver uma continuação para a série, pois o livro “Praticamente Inofensiva” teve um final, mas deixou muito aberto quanto ao que ia acontecer com os personagens. E, além disso, a história é muito boa.
Mas a informação excessiva de dar nó no cérebro foi diluída em muita história. Acontecem muitas histórias diferentes no início, para depois tudo se interligar no final. Para quem não entendeu nada nos cinco primeiros livros da série, esse é o melhor modo de reverter essa situação.